Como às vezes me pego desejando ser uma mosquinha para observar essas relações entre os jovens nos famosos recreios escolares.
Mas aí me deparo com uma constatação: já escuto as queixas no próprio consultório. Assim deixo um recado aos profissionais de educação e aos pais desses jovens: Estejam atentos, sejam acolhedores e observem aquele que é explícito em suas manifestações, mas não se esqueçam dos quietinhos e tímidos.
Às vezes um clima de ameaça e constrangimento permeia as relações e a insegurança acoplada à baixa auto-estima levarão esse jovem a um sofrimento emocional de tamanha profundeza e intensidade.
Não esperem chegar a hora de levar à psicoterapia com queixa e sintomas instalados!